terça-feira, 30 de agosto de 2016

Mas eles dizem que céu é o limite

Tem uma máxima que diz o seguinte, quando não se tem nada a dizer, mas, quer fazer de conta que está dizendo então começa a “encher linguiça” (com ou sem trema) (com ç ou dois esses, só se for da sadia), ta vendo, já comecei a “encher linguiça” só começando a falar da linguiça.

Brasileiro adora fazer um churrasco, ou assar uma carne. Pode ser o churrasco mais tradicional feito numa churrasqueira com carvão, pode ser o churrasco de chão, mas também pode ser aquele feito na grelha elétrica, ou até mesmo na chapa, o que importa é assar uma “carninha” tomar uma gelada, com amigos, acompanhado e até mesmo sozinho (não tem muita graça), mas é assim, não importa o jeito da madeira é uma tradição nacional e ainda reclamamos que a carne esta cara (mas esta é outra conversa).

No churrasco todo mundo se acha meio churrasqueiro, e gosta de inventar moda, pode assar qualquer carne, acém, fraldinha, maminha, colchão mole, além da picanha e costela e até o filet, sem contar o frango e as vezes outros “bichos” e ainda não pode faltar o acompanhamento, uma salada de tomate, as vezes a maionese, o pão e ela, o arroz de festa, todo churrasco que se preze tem de ter a linguiça. Inclusive ela serve como inibidora de apetite, serve para enganar no começo do churrasco. Mas, não tem jeito, ela sempre está presente, junto com a salada e com o pão.

Então, vendo isto, um restaurante em Curitiba faz o maior sucesso vendendo esta iguaria, pão com linguiça, e o pessoal está faturando bem, quem disse que os sandubas só podem ser de hambúrguer. Para os interessados a linguiça utilizada tem em torno de 30 centímetros, não fica devendo nada para o SubWay, e tem de todos os tipos, de cordeiro, vitela bovina, leitão e a ibérica que leva carne de porco e boi, além de invariáveis molhos.  


Então, é assim, a questão é estar atento para os empreendimentos, e nesses dias difíceis até a linguiça passa a ser um bom negócio.  Né Fátima? Ops! Cade o Bonner? 




Michael Jackson - Bad








segunda-feira, 29 de agosto de 2016

O jeito que você me faz sentir

Ou o paradoxo da vaia. Muito em breve vão dizer, inclusive os estrangeiros, que no Brasil existe a cultura da vaia. O francês do salto com “vara” ficou indignado pelas vaias que recebeu e atribuiu a sua perda a esta sonorização vinda das arquibancadas.

Outros esportes, mesmo aqueles que precisava de um certo silêncio as vezes era interrompido por alguns gritos de apupo contrário a determinado esportista, não importava ser era contra o Brasil, bastava a torcida não simpatizar por A ou B.

A ideia básica, que sendo o Brasil um País do “terceiro mundo” não tem a educação e cultura o suficiente para saber não praticar tal ato considerado desnecessário e grosseiro em muitos países “civilizados”.

Bem, estou apenas citando alguns exemplos com referência as Olimpíadas, mas, uma coisa é certa, os nossos políticos, inclusive os últimos presidentes, Lula, Dilma, inclusive o Temer já sabe que onde forem vão receber sonoras vaias, de certa forma a população brasileira está entendendo que todos estes nossos políticos independente do partido sempre vão pensar neles em primeiro lugar.


Se é uma cultura ou não, mas as vaias é o mínimo que qualquer cidadão pode fazer antes de fazer outras coisas, se é que todos entendem. É necessário que as “autoridades” comecem a pensar mais sobre isso, sim, pensem na cultura da vaia para os políticos. E o povo não se limite a vaiar, passe a votar melhor, sem populismo e assistencialismo, que vote em candidatos limpos, empenhados. Não adianta vaiar e colocar em cargos públicos os mesmos que agora estão sendo vaiados isto é um paradoxo, ou um masoquismo descabido, coloca o individuo la só para vaiar depois.


Michael Jackson - The Way You Make Me Feel





domingo, 28 de agosto de 2016

Você se lembra do tempo

La pelos idos de 1990 nem todos lembram, mas com certeza muita gente ouviu falar, e pode encontrar por aí, inclusive no Youtube a série da Família Dinossauro, um grande sucesso, passava aos domingos normalmente na tv aberta, as vezes nem sempre politicamente correta, mas sempre com uma mensagem legal.

Em princípio seria uma série para as crianças, mas conquistou a todo mundo, principalmente aos adultos, pelas questões levantadas que iam muito além de apenas de um humor inocente.

A série terminou em 1994, nem todos lembravam o seu final, que de certa forma foi impactante e traumatizante, claro não precisou de nenhum ajuda psicológica para as crianças e outros que gostavam da série, mas com o título de “mudando a natureza”, chegava a época do gelo, problemas climáticos causados pelo progresso na natureza. E a família dinossauro reunida se despedem prometendo permanecerem juntas até o fim, e um dos personagens diz “Boa noite e adeus” e casa é invadida pela neve e os créditos vem com uma música triste.


Então, não sou apenas um dinossauro. Se fosse estaria extinto, ou não.





Michael Jackson - Remember The Time



sábado, 27 de agosto de 2016

Não importa quem está errado ou certo

Mesmo enfrentando aqui no Brasil vários problemas com a justiça, mesmo sendo questionado, mesmo sendo imitado o aplicativo WhatsApp se consolida e é unanimidade entre quase todo mundo, e como tudo nesta vida, principalmente quando se fala em tecnologia e o que pode a oferecer aos seus usuários o aplicativo parte para uma nova fase de atualização e interação.

O seu termo de uso, aquele que vai junto com ele, mas a maioria nem lê, foi atualizado, e quem tem a atualização automática já recebeu, se vai ler ou não é outra história, mas, acaba fazendo parte do todo para no futuro em qualquer demanda ninguém alegue inocência. Digamos que se trata apenas algo de praxe.

A questão que o aplicativo passa em pouco tempo a ter serviços pagos dirigidos especificamente para empresas e os testes já se iniciam este ano. Ou seja, as empresas que assim desejarem e pagando por isto poderá ter um relacionamento mais rápido e efetivo com seus clientes, apesar de muita gente estar ciente o comunicado também esclarece que é de propriedade do Facebook e para o frenesi dos usuários dos dois aplicativos a partir de agora poderá haver uma integração entre os face e o aplicativo.

Neste comunicado e termo de uso também explica sobre a criptografia das conversas onde apenas as pessoas que trocam mensagens podem ler, e alimenta ainda mais a polemica do sigilo que impossibilita em caso de crimes da polícia e promotores terem acesso as conversas e mensagens.

De certa forma, além de tentar fazer os usuários entenderem e aceitarem os termos também tenta explicar como o sistema funciona no intuito que inclusive as autoridades entendam.

Mas, não importa quem tenha razão, muita discórdia ainda irá acontecer entre os usuários e as autoridades, não necessariamente de um para o outro, nem vice-versa. Agora este corretor faz o pessoal entrar em cada fria, parece de propósito. 


Michael Jackson - Beat It





sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Você pode dizer pela minha postura que eu sou um homem mulherengo

Que merda! Nem devia começar a escrever assim, mas não tenho uma melhor definição.

Eu sei que o homem não é igual a mulher, não estou dizendo isto fisiologicamente que é óbvio, apesar de alguns quererem ficar igual ao outro fisiologicamente falando. Homens e mulheres pensam diferente, sentem diferente de uma forma geral, entretanto tem certas coisas que não precisava ser tão desigual.

Algumas pessoas insistem em dizer que defendo as mulheres, muito pelo contrário, eu sempre procuro ataca-las, não no sentindo literal, mas no sentindo provocativo de entender que as mulheres precisam se aproximarem mais dos homens não necessariamente fisicamente, mas em algumas atitudes, em ocupação de espaços, e principalmente em independência dos homens, elas precisam se bastarem, precisam estarem acima de viverem sob a aba de qualquer homem. Quando se fala em relacionamento, devemos falar em níveis iguais, para tudo, inclusive financeiro.

E quando eu vejo algum tipo de notícia como esta da tal “estudante” Jady e o Bolt, só tenho que exclamar que “merda”, porque algumas mulheres precisam disto?  Diz ela que o jamaicano a cortejou (ta), se comunicavam pelo aplicativo do Google (ta) e no final da noite o Bolt lhe deu 100 euros (ta) para pagar o táxi. E ela ainda alegou “Eu achava que estávamos tendo algo, mas agora vejo que ele troca de mulheres tão rápido quanto ganha suas medalhas de outo”. Eu não acredito que li isto.


E para piorar a tal Jady se envolveu em uma confusão com a equipe do jornal inglês The Sun e acabou na delegacia, porque a equipe não quis pagar o combinado pela “noticia” porque era para ser exclusiva e a “estudante” acabou também dando exclusivas para outros tabloides e no final como deveria ser a delegacia entendeu que não houve crime algum, apenas um fato atípico (e bota atípico). E para terminar a tal Jady contratou até um agente para intermediar os negócios com os tabloides. Então, não tem jeito, novamente que “merda”, por estas e outras que acabo perdendo a fé, e boas mulheres por vezes são jogadas no mesmo balaio. Pena.


Bee Gees - Stayin' Alive



quinta-feira, 25 de agosto de 2016

É o olho de tigre

Não tem como ser diferente, por mais que desejamos, por mais que achamos estranho, a formação cultural dos povos coloca em paralelo os diferentes, que na verdade é muito igual, estranhos para os olhos de uns e completamente normal para os outros. E ainda no dia a dia queremos discriminar quem não é igual a nós e que não tenha os mesmos pensamentos.

Claro, nisso tudo tem o que chamamos de respeito, não precisamos entender, nem mesmo aceitar ou querer para nós algo que em princípio não apreciamos, mas nem por isso vamos tripudiar e discriminar. As Olimpíadas de alguma forma mostraram isso, junta pessoas de todas as partes do mundo, com costumes diferentes em uma terra diferente com uma cultura que para alguns pode até chocar e para outros ser uma chacota. Entretanto uma coisa certa, para nós cidadãos do mundo, mesmo aqueles que ainda não tiveram oportunidades de visitar outros países e outras culturas ao vivo e a cores, apenas pela internet, serve aquele ditado “Em Roma faça como os romanos” (pelo menos não demonstre desprezo por outra cultura quando for um visitante).

Lia dia destes alguns costumes diferentes de uma cultura dos meus antepassados, mas que hoje já se perdeu e eu muito pouco saberia.

Um bate papo entre italianos, com a voz alta e a quantidade gestos que eles fazem com as mãos fica parecendo uma briga, e na verdade trata-se apenas de uma conversa amistosa.

Para acompanhar uma refeição as bebidas utilizadas são água e vinho, crianças bebem água e adultos bebem vinho, refrigerante nem pensar, na maioria dos restaurantes o refrigerante nem opção é.

Salada, aqui é o prato de entrada. Lá é o último. Uma questão de ordem, primeiro o antipasto, depois a refeição propriamente dita e por último a salada nossa de cada dia.

Os banheiros públicos são únicos para mulheres, homens, crianças e deficientes, e claro qualquer outro gênero. Não existe discriminação.

Durante o almoço que vai das 12:30 as 16:00 os estabelecimentos comerciais simplesmente fecham. Isto que é pausa para a refeição.

Posto de gasolina não tem frentista, você escolhe o combustível, abastece e paga e ninguém dá o cano. Por que aqui temos frentistas?


Então, algumas pequenas diferenças em uma cultura que deveria ser próxima a mim, que eu desconheço quase por completo. Fico imaginando o dia então que viermos a conhecer os costumes dos alienígenas, mesmo que seja de Marte.


Survivor - Eye Of The Tiger





quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Eu sou um homem que não sabe como vender uma contradição

Estamos no século XXI (eu acho), o nosso País vive uma democracia quase plena, mesmo quando vivemos uma ditadura militar não houve um rompimento dos direitos trabalhistas, ninguém foi atirado para a escravatura, entretanto em nossos dias é um verdadeiro tabu quando se fala em flexibilização das leis trabalhistas. Sempre os sindicatos vão gritar contra, partidos nanicos vão estear as bandeiras do populismo e tudo vai parecer que se quer acabar com todos os direitos trabalhistas, retroceder para os anos 20.

Temos que entender que o mundo mudou, novas tecnologias se agregaram no dia a dia, não fazemos as mesmas coisas da mesma maneira que se fazia anos atrás. Hoje temos um comércio dinâmico que trabalha aos sábados e domingos, um setor de serviço que tem de atuar em horários diferenciados, e a legislação trabalhista ainda contempla as empresas que trabalham de segunda a sábado.

Ainda se cobra uma alta taxa de impostos sobre os salários, o governo insiste que a mão de obra tem de bancar outros setores, brigam sobre a terceirização como se fosse um monstro, os sindicatos não querem que as empresas façam convenções individuais onde estes itens estariam acima da legislação em vigor.

O resultado está nos números, mais de 11 milhões de desempregados, e a informalidade que no início do ano tínhamos 9,7 milhões de trabalhadores atualmente soma 10,08 milhões. Isto poderia não está acontecendo com todos estes números se nossa legislação trabalhista já estivesse mais flexível. As empresas não querem e não vão contratar funcionários e arcar com todos níveis de encargos que ai está.

Mesmo que a economia de sinais de melhora, que ainda vai demorar, toda esta massa de trabalhadores desempregados e aqueles chamados informais não vão voltar empregados para o mercado de trabalho.


Continuo insistindo, somos o País da hipocrisia, negamos a enxergar o óbvio e queremos continuar vendendo contradições.  


Culture Club - Karma Chameleon





terça-feira, 23 de agosto de 2016

Não me diga que você é cega demais para ver

Em maiores ou menores graus, as organizações, inclusive empresas procuram se engajarem nas chamadas causas sociais. Algumas corporações dão condições e incentivam os funcionários iniciarem um processo de voluntariado pelas causas sociais.

Gostamos de falar que o brasileiro é solidário, mas os números não mostram isso, ainda somos mesquinhos e individuais, estamos apenas engatinhando no quesito solidariedade. É bonito falar na mídia, posar de bom moço ou moça, mas a realidade é outra bastante distinta. Numa pesquisa realizada em 2015, onde estabelece no mundo um ranking da solidariedade entre 145 países pesquisados ocupamos a posição de 105ª, vamos e convenhamos este não é resultado de um povo solidário. E já disse Otto Lara Resende “O mineiro só é solidário no câncer”, bem, o brasileiro como o todo nem nisso é. Somos solidários apenas na hipocrisia.

A empresa Sage Foundation tem um sistema exclusivo: O sistema 2+2+2, dentro deste programa as empresas incentivam aos funcionários doarem 2% do seu tempo livre para filantropia, ela iria contribuir com 2% do seu fluxo de caixa e duas licenças de produtos da Sage são doadas anualmente para instituições sociais.

Este é apenas um exemplo de modelo, a ideia que as empresas possam incentivar seus funcionários a praticarem o voluntariado, que todos pudessem dispor de um pequeno espaço de tempo e se dedicarem a fazer alguma coisa para o bem de outras pessoas de forma gratuita.


Mea Culpa: Não sou nem um pouco solidário. Preciso repensar. Ou não.    


Rick Astley - Never Gonna Give You Up





segunda-feira, 22 de agosto de 2016

É a contagem regressiva final

Quem já não passou por isso? Para passar por isso deve ser ou já foi empregado, com “carteira assinada”. Como manda a CLT. E o engraçado nesta situação toda, que normalmente em tempos de crises, mexe com o psicológico e com o bolso do funcionário.

As vezes trata-se apenas de um feeling que poderá ser dispensado, ou as vezes a empresa não esta bem, e ele acredita que poderá perder mais ficando, ou a empresa corta benefícios, ou outro números de motivos, mas, o funcionário acredita que é hora de pedir demissão.

Mas será que realmente é uma boa hora para pedir pra sair? Mudar de emprego é sempre um risco, e tempos de crises o risco é muito maior, mesmo tendo proposta de outra empresa, ou ele acreditando que é hora para voo solo, montar algo para ele próprio, acreditando que seja hora de ser patrão.

De certa forma muita gente, por não gostar do serviço, não gostar do chefe, quer mudar, talvez até tenha uma proposta de outra empresa, mas não podemos esquecer hoje o desemprego em nosso País está muito alto e não vai melhorar rapidamente, ainda vai piorar antes de melhorar, e as vezes esta nova empresa, assim como as outras nestes tempos difíceis tem de tomar decisões rápidas e distintas, e tudo aquilo que imaginava pode mudar de uma hora para outra, e funcionários contratados, os mais novos, poderão ser demitidos.


Mas se você está decidido mesmo, apesar de ganhar razoavelmente bem e acredita que pode melhorar, ou acredita que chegou a hora de ser patrão, ou mesmo acredita que é hora de parar de trabalhar neste ritmo atual e partir para morar no campo e plantar alface. Mesmo considerando todas as alternativas plausíveis, ainda acho que você poderia esperar um pouco mais. Ou pergunte para a Dilma se ela está contente por perder o seu emprego.  


Europe - The Final Countdown



domingo, 21 de agosto de 2016

Ouvindo o vento da mudança

Por que escrevemos? Por que participamos de redes sociais? Bem, cada um é cada um, autopromoção, pessoas que querem opinar, querem ser vistas e se possível amadas, serem caracterizadas de inteligentes e outras coisas.

Umberto Eco, filósofo italiano, já falecido, disse algumas verdades, que nem sempre todos concordam, ou talvez nem seja verdade, apenas uma opinião, mas, tem momentos que é interessante rever alguns conceitos. Sobre a internet ele disse: “ As redes sociais dão o direito de falar a uma legião de idiotas que antes só falavam em um bar depois de uma taça de vinho (ele não conhecia os bares no Brasil, e o que se toma neles), sem prejudicar a humanidade. Então, eram rapidamente silenciados, mas, agora têm o mesmo direito de falar que um prêmio Nobel. É a invasão dos imbecis”

Nem tanto ao céu, nem tanto a terra, realmente a internet democratizou a opinião ou a falta dela, assim como as imbecialidades, colocou todos dentro de um mesmo nível com os mesmos direitos. E ainda chegamos a um ponto que as pessoas que não tem uma conta no FaceBook ou no Instagram ou sei lá qualquer rede é tido como um ser “esquisito”, inclusive são obrigados a terem opiniões sobre tudo e sobre todos, temos de ser especialistas em tudo, um paradoxo, mas é assim, ficamos por vezes parecendo uma Glória Pires, somos obrigados a conhecer de tudo, pois num determinado momento seremos chamados a concordar ou discordar, enfim, opinar. E, ai de nós se não tivermos intenção de opinar.


Então tá. Já que somos obrigados a responder as perguntas. Escrevo porque quero, sobre o que quero, e quando eu quero, e tudo que escrevo não se trata de resposta a ninguém, e muito menos endereçado a alguém, é tão aleatório quanto qualquer sorteio, ao acaso.


Scorpions - Wind Of Change



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